Projetos e sonhos interrompidos: a ditadura empresarial-militar e a vigilância sobre a universidade 0 0

Autores

DOI:

https://doi.org/10.31792/

Palavras-chave:

Ditadura civil-militar, Educação, Universidade

Resumo

O golpe empresarial-militar de 1964 rompeu a ordem institucional sob o pretexto de defesa da democracia. Com apoio de setores empresariais, da imprensa e de interesses imperialistas, instaurou-se um regime autoritário articulado ao capital. O artigo analisa as relações entre o Estado e seus aparelhos de repressão e suas conexões com o meio universitário, destacando a colaboração de membros da comunidade acadêmica na perseguição a sujeitos considerados subversivos. Metodologicamente, fundamenta-se no materialismo histórico-dialético, com análise documental de fontes históricas e institucionais. Os resultados evidenciam que a repressão contou com adesão interna, motivada por alinhamentos ideológicos e interesses individuais. Conclui-se que o silenciamento no espaço universitário foi estratégico para a manutenção da ordem vigente.

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Biografia do Autor

  • Marco Antônio de Oliveira Gomes, Universidade Estadual de Maringá (UEM)

    Graduado em História (PUC-Campinas) e em Pedagogia. Mestre e doutor em Educação pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com pós-doutorado na mesma instituição. Professor associado do Departamento de Fundamentos da Educação e do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Estadual de Maringá (UEM). Líder do grupo de pesquisa Fundamentos Históricos da Educação (UEM/CNPq).

  • Crislaine Aparecida Pita, Universidade Estadual de Maringá (UEM)

    Pedagoga, mestre e doutora em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Estadual de Maringá (PPE/UEM). Professora colaboradora do Departamento de Fundamentos da Educação (DFE/UEM), no curso de Pedagogia, e professora da Rede Municipal de Ensino de Maringá. Membro do Grupo de Estudos e Pesquisas em Fundamentos Históricos da Educação (GEPFHE), do GEPHEIINSE e do GT HISTEDBR Maringá.

  • Maria Cristina Gomes Machado, Universidade Estadual de Maringá (UEM)

    Professora Titular da Universidade Estadual de Maringá (UEM) e Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq (Nível 1B). É graduada em Pedagogia e mestre em Fundamentos da Educação pela UEM, doutora em Educação pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e realizou pós-doutorado na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Atua no curso de Pedagogia e no Programa de Pós-Graduação em Educação da UEM. Lidera, desde 2006, o GEPHEIINSE/GT HISTEDBR Maringá.

  • Italo Ariel Zanelato, Universidade Estadual de Maringá (UEM)

    Doutor e Mestre em Educação pela Universidade Estadual de Maringá (UEM). Possui graduação em Filosofia pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE) (2011) e em Pedagogia pelo Centro Universitário Internacional (UNINTER) (2019), além de especializações em Didática e Metodologia do Ensino Superior (2014) e em Filosofia, Sociologia e Ensino Religioso (2015). Realiza estágio pós-doutoral na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Atualmente, é Docente no curso de Pedagogia da Universidade Federal Fronteira Sul (UFFS).

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02/10/2026

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Projetos e sonhos interrompidos: a ditadura empresarial-militar e a vigilância sobre a universidade. Revista Cocar, [S. l.], v. 24, n. 42, 2026. DOI: 10.31792/. Disponível em: https://periodicos.uepa.br/index.php/cocar/article/view/11679. Acesso em: 14 out. 2026.