Mapas mentais como instrumentos de análise da aprendizagem significativa no ensino de Astronáutica na formação de professores 0 0
DOI:
https://doi.org/10.31792/Palavras-chave:
Ensino de Astronomia, Formação continuada de professores de Física, Aprendizagem SignificativaResumo
O ensino de Astronáutica apresenta lacunas na formação de professores de Física, inicial e continuada, comprometendo a articulação entre ciência, tecnologia e sociedade na exploração espacial. O estudo objetivou identificar indícios de aprendizagem significativa em mapas mentais produzidos em curso de formação continuada sobre astronáutica, estruturado por uma Ilha Interdisciplinar de Racionalidade (IIR). De natureza qualitativa e exploratória, analisaram-se mapas mentais do início e do término da formação, com base na Teoria da Aprendizagem Significativa e na IIR. Os resultados evidenciaram ampliação conceitual, maior hierarquização das ideias e incorporação de relações interdisciplinares nos mapas finais, indicando que a IIR, associada aos mapas mentais, é instrumento potente para promover e analisar a aprendizagem significativa na formação docente.
Downloads
Referências
ALMEIDA, Mônica Patrícia de. Estudo de uma Ilha Interdisciplinar de Racionalidade sobre o tema Astronáutica na formação continuada de professores de Física do Ensino Médio. 2025. 196 f. Tese (Doutorado em Educação para a Ciência e a Matemática) — Programa de Pós Graduação em Educação para a Ciência e a Matemática, Universidade Estadual de Maringá, Maringá, PR, 2025.
AUSUBEL, David Paul. Aquisição e retenção de conhecimento: uma perspectiva cognitiva. Lisboa: Paralelo, 2003.
BATISTA, Michel Corci; GOMES, Ederson Carlos. O mapa mental como instrumento de análise para pesquisa em ensino. In: MAGALHÃES JR., Carlos Alberto (org.). Análise de dados em Educação para a Ciência e a Matemática. Ponta Grossa: Texto e Contexto, 2024. p. 285-295.
BATISTA, Michel Corci; FUSINATO, Polonia Altoé; OLIVEIRA, Aline Alves de. Astronomia nos livros didáticos de Ciências do Ensino Fundamental I. Ensino & Pesquisa, União da Vitória, v. 16, n. 3, p. 46-64, jul/set., 2018. Disponível em https://periodicos.unespar.edu.br/ensinoepesquisa/article/view/1996/pdf_81. Acesso em: 09 mar. 2026.
BATISTA, Michel Corci. Um estudo sobre o ensino de Astronomia na formação inicial de professores dos anos iniciais. 2016. 183 f. Tese (Doutorado em Educação para Ciência e a Matemática), Centro de Ciências Exatas, Universidade Estadual de Maringá, Maringá, PR, 2016.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular: educação é a Base. Brasília, DF: Ministério da Educação, 2018.
BUZAN, Tony. Mapas mentais: métodos criativos para estimular o raciocínio e usar o máximo o potencial do seu cérebro. Tradução: Paulo Polzonoff Jr. Rio de Janeiro: Sextante, 2009.
CAMARGO, Fausto. Porque utilizar metodologias ativas de aprendizagem. In: CAMARGO, Fausto; DAROS, Thuinie (orgs.). A sala de aula inovadora: estratégias pedagógicas para fomentar o aprendizado ativo. Porto Alegre: Penso, 2018. p. 13-17.
CANIATO, Rodolpho. O céu. 2. ed. São Paulo: Ática, 1993. 265 p.
CHASSOT, Áttico Inácio. Alfabetização científica: uma possibilidade para a inclusão social. Revista Brasileira de Educação. São Paulo: v. 23, n. 22, p. 89-100, 2003. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/rbedu/n22/n22a09.pdf>. Acesso em: 09 mar. 2023.
FLICK, Uwe. Introdução à pesquisa qualitativa. Porto Alegre: Artmed, 2009.
FOUREZ, Gerard. Alfabetización Científica Y Tecnológica: Acerca de las finalidades de la ensenanza de las ciências. Buenos Aires: Ediciones Colihue, 1997.
LANGHI, Rodolfo. Astronomia nos anos iniciais do ensino fundamental: repensando a formação de professores. 2009. 370 f. Tese (Doutorado em Educação para a Ciência) - Faculdade de Ciências, Universidade Estadual Paulista, Bauru. 2009.
LANGHI, Rodolfo; NARDI, Roberto. Dificuldades interpretadas nos discursos de professores dos anos iniciais do Ensino Fundamental em relação ao ensino da Astronomia. Revista Latino-Americana de Educação em Astronomia -RELEA, Limeira, n. 2, 2005.
LANGHI, Rodolfo; SILVA, Sioneia Rodrigues da (org.). Astronomia na educação Infantil e nos anos Iniciais do ensino fundamental: relatos de professores. São Paulo: Livraria da Física, 2018.
LANGHI, Rodolfo; OLIVEIRA, Fabiana Andrade de; VILAÇA, Janer. Formação reflexiva de professores em Astronomia: indicadores que contribuem no processo. Caderno Brasileiro de Ensino de Física, v. 35, n. 2, p. 461-477, 2018. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/fisica/article/view/2175-7941.2018v35n2p461. Acesso em: 10 jun. 2025.
MINAYO, Maria Cecília de Souza (org.). Pesquisa Social: teoria, método e criatividade. 21 ed. Petrópolis: Vozes, 2002.
MOREIRA, Marco Antonio. Aprendizagem Significativa: a teoria e textos complementares. Porto Alegre: Livraria da Física, 2011.
MOREIRA, Marco Antonio; MASINI, Elcie F. Salzano. Aprendizagem significativa: A teoria de David Ausubel. São Paulo: Centauro, 2001.
MOREIRA, Marco Antônio. Aprendizagem Significativa, Organizadores Prévios, Mapas Conceituais, Diagramas V e Unidades de Ensino Potencialmente Significativas: material de apoio para o curso Aprendizagem Significativa no Ensino Superior: teorias e estratégias facilitadoras. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Instituto de Física, 2013.
NOVAK, Joseph Donald; CAÑAS, Alberto J. A teoria subjacente aos mapas conceituais e como elaborálos e usá-los. Práxis Educativa, Ponta Grossa, v. 5, n.1, p. 9-29, jan/jun. 2010.
ONTORIA, Antonio; LUQUE, Angela de; GÓMEZ, Juan Pedro R. Aprender com mapas mentais: uma estratégia para pensar e estudar. Tradução: Silvia Mariângela Spada. 3. ed. São Paulo: Madras, 2008.
PRADO, Andreia Fernandes; NARDI, Roberto. Formação de professores dos anos iniciais e saberes docentes mobilizados durante um curso de formação em astronomia. Revista Latino-Americana de Educação em Astronomia, n. 29, p. 103–116, 2020.
TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. 13. ed. Petrópolis: Vozes, 2012. 325 p.
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Direitos autorais (c) 2026 Revista Cocar

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
O envio de qualquer colaboração implica automaticamente a cessão integral dos direitos autorais à Revista Cocar. A Revista não se obriga a devolver os originais das colaborações enviadas.




















