Terreiros de umbanda e candomblé enquanto espaços de educação não escolar: vivências educativas e ancestralidade   0 0

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DOI:

https://doi.org/10.31792/

Palavras-chave:

Educação em Terreiros, Educação não escolar, Religiosidade Afro-brasileira e Africana

Resumo

O presente estudo tem por objetivo refletir de que maneira acontece os processos de educação e construção das identidades do povo negro nos terreiros de umbanda e candomblé. Para tanto entendemos que o mesmo está pautado nos princípios teóricos e metodológicos da pesquisa qualitativa, por permitir maior interação entre pesquisador/a e o fenômeno estudado. Optamos pelo método narrativo autobiográfico, que permitiu analisar as vivências e experiências dos/a colaboradores/as. Adotamos a entrevista narrativa como instrumento de coleta informações. A pesquisa foi desenvolvida no Município de Ponto Novo – Bahia, sendo possível inferir que nos terreiros esses processos estão em curso, através de práticas educativas pautados no respeito às diferenças, à medida em que as vivências ancestrais se constituem o centro da formação.

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Biografia do Autor

  • Edicleide Cardoso Viana, Universidade do Estado da Bahia (UNEB)

    Professora da Educação Infantil na Educação Infantil na Rede Pública Municipal de Ponto Novo – Bahia, Licenciada em Pedagogia pela Universidade do Estado da Bahia – UNEB, tem experiência na área de infância e educação antirracista.

  • Pedro Paulo Souza Rios, Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF)

    Doutorado em Educação, pela Universidade Federal de Sergipe – UFS, Professor da Universidade Federal do Vale do São Francisco – UNIVAS, Campus Senhor do Bonfim – Bahia, Coordenador do Grupo de Pesquisa e Estudos em Educação, Gênero e Sexualidades do Sertão – GENESES-Sertão.  

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Publicado

03/10/2026

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Seção

Artigos

Como Citar

Terreiros de umbanda e candomblé enquanto espaços de educação não escolar: vivências educativas e ancestralidade  . Revista Cocar, [S. l.], v. 24, n. 42, 2026. DOI: 10.31792/. Disponível em: https://periodicos.uepa.br/index.php/cocar/article/view/10739. Acesso em: 14 out. 2026.