A felicidade em Aristóteles e a constituição do homem virtuoso na pólis grega 15 7

Autores

Palavras-chave:

Felicidade, Ética, Política

Resumo

Fundamentado principalmente nas obras Ética a Nicômaco e Política, este texto tem o objetivo de discutir o conceito de felicidade (eudaimonia) em Aristóteles, apresentando a indissociabilidade entre a ética e a política no movimento de formação do homem virtuoso na pólis grega.  De acordo com o filósofo, o que há de específico no homem é o seu modo de ser e de viver, exclusiva de um ente que é dotado de razão. Essa é a essência humana: um ser que pode viver, sentir, avaliar, discernir, escolher e agir em um contexto de convívio e comunhão com outros seres humanos e se relacionar de forma respeitosa e responsável com os demais seres da natureza. Esse é o caminhar do homem rumo à sua condição excelente e, nesse caminhar, consiste a felicidade. A ética e a política são justamente essa possibilidade de realização da excelência (areté) como fim (télos) último do homem.

 

 

 

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Biografia do Autor

  • Cláudio Pires Viana, , PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS - UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE INHUMAS

    Doutor em Educação pela Universidade Federal de Goiás e Mestre em Educação pelo Programa de Pós-graduação em Educação pela Universidade Federal de Goiás. É Professor Efetivo da Universidade Estadual de Goiás (UEG), professor da Rede Municipal de Educação de Goiânia e membro do Grupo de Estudos em Filosofia e Educação (GEFE) da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Goiás. Possui experiência na área de Educação, com ênfase na Educação Fundamental e Ensino Superior, atuando principalmente nos seguintes temas: educação, sociedade, política, cultura, Filosofia da Educação, Fenomenologia. E-mail: claudio.viana@ueg.br    Orcid: http://orcid.org/0000-0002-2936-5244

     

  • Cristian Andrey Pinto Lima, , PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS - UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE INHUMAS

    Mestre em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE) da Universidade Estadual de Goiás (UEG)/Unidade Universitária de Inhumas. Graduado em Matemática pela Universidade Federal do Pará - UFPA/Campus Capanema (2021). Ouvinte no Grupo de Pesquisa em Educação em Ciências, Matemáticas e Inclusão (Ruaké/UFPA); membro do GT 13 (Diferença, Inclusão e Educação Matemática) da Sociedade Brasileira de Educação Matemática (SBEM), membro da Associação Nacional pela Formação dos Profissionais da Educação (ANFOPE); membro da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (ANPED) e membro associado da Sociedade Brasileira de Educação Matemática (SBEM). Email: cristianandrey.edu@gmail.com. Orcid: https://orcid.org/0000-0001-5711-

Referências

ARISTÓTELES. Política. Ed. Bilíngue grego-português. Tradução e notas Antônio Campelo Amaral e Carlos de Carvalho Gomes. Lisboa: Vega, 1998.

___________. Metafísica. Tradução de Edson Bini.Bauru, SP, Edipro, 2006.

___________. Ética a Nicômaco. Tradução e notas Antônio Castro Caeiro. São Paulo: Atlas, 2009.

PLATÃO. A República. Tradução de Benedito Nunes, Belém, PA: Universitária – UFPA, 2000.

VERNANT, Jean-Pierre. As origens do pensamento grego. Tradução de Ísis Borges B. da Fonseca. Rio de Janeiro, 2002.

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Publicado

12/12/2025

Como Citar

A felicidade em Aristóteles e a constituição do homem virtuoso na pólis grega. Revista Cocar, [S. l.], n. 44, 2025. Disponível em: https://periodicos.uepa.br/index.php/cocar/article/view/11206. Acesso em: 14 ago. 2026.