Museu do Amanhã: uma análise semiótica do módulo Terra 15 7

Autores

Palavras-chave:

Espaços não formais, Museus, Ambiente

Resumo

Terra é a segunda experiência do visitante na exposição principal do Museu do Amanhã. A exposição Terra é constituída por três grandes cubos de sete metros de altura, com conteúdos que investigam as três dimensões da existência: matéria, vida e pensamento. Respondendo à pergunta colocada nesta exposição “quem somos?”, somos matéria, vida e pensamento, por isso, cada cubo representa uma destas dimensões, que se relacionam entre si. O objetivo deste estudo foi analisar, os recursos audiovisuais utilizados na exposição, através da análise semiótica de Vanoye e Goliot-Lété (2006). Os resultados mostram que as informações expostas destacam os impactos no planeta. As cores e sons utilizados são estratégicos para chamar a atenção dos visitantes, no sentido de sensibilizá-los sobre a importância da mudança de atitude frente a problemática ambiental.

Downloads

Os dados de download ainda não estão disponíveis.

Biografia do Autor

  • Pedro Miguel Marques da Costa, , Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca

    Licenciado em Química pela Universidade do Porto, Mestre em Ensino da Física e da Química pela Universidade do Porto, Mestre em Administração Escolar pela Universidade de Lisboa, Doutor em Ciência, Tecnologia e Educação no Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca-CEFET/RJ. Pós-doutor em Divulgação Científica e Comunicação da Ciência, pela Fundação Oswaldo Cruz e Pós-doutor em Divulgação Científica e Ensino das Ciências em Espaços Educativos não-formais, pelo CEFET/RJ. Embaixador Scientixna Europa. Pesquisador na área de Divulgação Científica e Ensino de Ciências no Laboratório de Divulgação Científica e Ensino de Ciências-LABDEC.

  • Fernanda Azevedo Veneu, , Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca

    Graduada em Comunicação Social (Jornalismo) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1995), com mestrado em CTS (CTS, Cultura y Comunicación en CyT - Universidad de Salamanca, Espanha, 2001). Graduanda em Pedagogia pela Universidade Estácio de Sá (início em 2019). Doutorado em Ciências (2009) pelo programa Ensino em Biociências e Saúde do Instituto Oswaldo Cruz (IOC). De 2019 a 2024, atuou como pós-doutoranda no Labdec/Cefet/RJ. Atua também como professora colaboradora na pós-graduação em Educação e Divulgação Científica do IFRJ campus Mesquita. Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Jornalismo Especializado (Comunitário, Rural, Empresarial, Científico, assessoria de imprensa), atuando principalmente nos seguintes temas: jornalismo científico, acomodação do discurso cientifico, divulgação científica, educação para os meios de comunicação e ensino de temas controversos na ciência.

  • Marcelo Borges Rocha, , Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca

    Graduado em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Mestre em Tecnologia para Saúde pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Doutor em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Pós-doutor em Administração Pública pela Fundação Getúlio Vargas. Docente em cursos de Graduação e Pós-graduação no Centro Federalde Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca-CEFET/RJ e na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Pesquisador na área de Divulgação Científica e Ensino de Ciências no Laboratório de Divulgação Científica e Ensino de Ciências-LABDEC.

Referências

ABREU, Thiago Carvalho de; ANDRADE, Ana Lúcia Menezes de. O uso da cor no cinema de animação de Tim Burton. Revista Anagrama, v. 10, n. 1, p. 1-15, 2016.

CASTRO, Maria da Silva. Introdução aos Estudos Linguísticos e Semióticos: o texto nas produções escritas, visuais e audiovisuais. Rio de Janeiro: LTC, 2011.

DUARTE, Ana Maria; SANTOS, Marcos. Comunicação visual no ambiente digital: dispositivos e performance tipográfica nas capas da revista Elle. Revista Famecos, v. 6, n. 1, p. 1-28,2019.

GIL, Antonio Carlos; Métodos e técnicas de pesquisa social. São Paulo: Atlas, 2008.

GÜNES, Eda; OLGUNTÜRK, Nese. Color-emotion associations in interiors. Color Research and Application, v. 45, p. 129-141, 2020.

HALL, Stuart. Isto Significa Isso. Isso Significa Aquilo: Guia de semiótica para iniciantes. São Paulo: Rosari, 2008.

International Council of Museums Brazil (ICOM). Definição de museu. Disponível em: https://www.icom.org.br/?page_id=2776. Acesso em: 20 abr. 2024.

LIMA-LOPES, Rodrigo Esteves de. Perspectivas em Línguas para fins específicos. São Paulo: Pontes, 2015.

MARTINS, Maria da Mata. A repetição como estratégia argumentativa na narrativa de Gil Gomes. 2009. 143 f. Dissertação (Mestrado em Língua Portuguesa) - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC-SP, 2009.

MCLUHAN, Marshal; FIORE, Quentin. O meio é a mensagem. São Paulo: Ubu, 2018.

MASSARANI, Luisa. Museus de ciência e a mediação entre ciência e sociedade. Editorial. Journal of Science Communication (JCOM), v. 3, n. 2, p.1-3, 2020. Disponível em: https://jcomal.sissa.it/article/pubid/JCOMAL_0302_2020_E/ Acesso em: 20 abr. 2024.

MOMBELLI, Nadia Fagundes; TOMAIM, Cassia dos Santos. Análise fílmica de documentários: apontamentos metodológicos. LUMINA – Revista do Programa de Pós-Graduação em Comunicação, v. 8, n. 2, p. 1-17, 2014.

OLIVEIRA, Paulo José da Silva; EMÉRITO, Maria Beatriz. Play! O documentário como lugar de memória: uma análise do filme “Orquestra de cordas do Piauí”. In: Encontro Nordeste de História da mídia. Anais Eventos Regionais, Nordeste, 4.º Encontro. Universidade Federal de Alagoas, 2016. p. 1-12.

REIS, Maria Cristina; ALMEIDA, Carlos Cândido; FERNEDA, Edberto. Métodos de análise semiótica: possibilidades de aplicação na Ciência de Informação. Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação, v. 16, p. 1-30, 2020.

SANTAELLA, Lucia. Semiótica aplicada. São Paulo: Cengage Learning, 2015.

SANTAELLA, Lucia. Semiótica aplicada. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2005.

SHANNON, Claud Elwood. A Mathematical model of communication. The Bell System Technical Journal, v. 27, p. 379–423, julho, outubro, 1948. Disponível em: https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/j.1538-7305.1948.tb01338.x Acesso em: 14 mai 2024.

SILVEIRA, Lauro Frederico Barbosa da. Curso de Semiótica Geral. São Paulo: Quartier Latin, 2007.

SOUZA, Estela Maria. A configuração da caixa alta na sentença. Dissertação (Mestrado em Linguística) – Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, Redenção, 2017.

VANOYE, Francis; GOLIOT-LÉTÉ, Anne. Ensaio sobre a análise fílmica. São Paulo: Papirus, 2006.

Downloads

Publicado

28/03/2026

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

Museu do Amanhã: uma análise semiótica do módulo Terra. Revista Cocar, [S. l.], v. 24, n. 42, 2026. Disponível em: https://periodicos.uepa.br/index.php/cocar/article/view/10338. Acesso em: 13 set. 2026.