BREVE HISTÓRICO DO MUNICÍPIO DE PAJEÚ DAS FLORES - PE: A MÃE DOS SERTÕES

Autores

  • Robson Aparecido da Costa Silva robsoncostapsic@gmail.com
    Programa de Pós-Graduação em Psicologia do Instituto de Psicologia da Universidade Federal de Alagoas. http://lattes.cnpq.br/9163080178374784
  • José Adelmo Alves Barbosa alvesbrk@gmail.com
    Escola de Referência em Ensino Médio Aires Gama

Resumo

Para além de mãe do Pajeú, Flores é a mãe dos sertões. Esse território foi nomeado como Pajeú de Flores por Domingos Afonso Sertão, fidalgo português, ainda no século XVII. Os registros históricos acerca deste contexto ainda apontam a importância que Flores exerceu nos sertões de Pernambuco, Bahia, Paraíba, Ceará, Piauí e Maranhão como terra de passagens de boiadas com destino às cidades de Olinda e Salvador, assim como a origem de tribos indígenas. Tendo em vista esses fatos, este artigo objetiva fazer um relato de forma abreviada da história do município de Flores, no sertão de Pernambuco, trazendo informações desde a colonização no final do século XVI até os dias atuais; e considerando fatores históricos, geográficos, geopolíticos, econômicos, sociais e culturais deste primeiro território pajeusense a formar a bacia hidrográfica do rio Pajeú, afluente do São Francisco. O texto é amparado criticamente no método histórico e em dados bibliográficos, como artigos, dissertações e teses capturadas nas plataformas da SciELO e Google Acadêmico, além de outras produções documentais do IBGE e registros históricos de cunho físico que abordam o tema

Biografia do Autor

Robson Aparecido da Costa Silva, Programa de Pós-Graduação em Psicologia do Instituto de Psicologia da Universidade Federal de Alagoas.

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Robson Aparecido da Costa Silva é graduado em psicologia pela Faculdade de Ciências da Saúde de Serra Talhada (FACISST-2017), especialista em micropolítica da gestão e do trabalho em saúde pela Universidade Federal Fluminense (UFF-2018) e Mestrando pelo Programa de Pós-Graduação stricto senso em Psicologia do Instituto de Psicologia da Universidade Federal de Alagoas (IP UFAL 2020-2021). Atualmente integra o DADÁ: Grupo de Pesquisa em Relações de Gênero, Sexualidade e Saúde da Universidade Federal Rural de Pernambuco, Unidade Acadêmica de Serra Talhada (UFRPE/UAST, desde 2017) e o EDIS: Grupo de Estudos em Diversidades e Política da Universidade Federal de Alagoas ( UFAL, desde 2020). Possui qualificação em gestão local de desastres naturais para a atenção básica pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFSP-2019), em gestão da clínica na atenção básica pela Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA -2019) e em atenção à saúde mental do homem, pela mesma universidade. Extensão universitária em transtornos mentais graves e persistentes pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA -2019) e promoção do uso racional de medicamentos pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC-2019). No decorrer de sua formação vem atuando nas áreas de psicologia social, psicologia clínica, gestão e trabalho em saúde, bem como, se debruçando nos estudos e pesquisas relativos a saída do armário entre jovens e adolescentes gays e as implicações psicossociais envolvidas nesse processo.

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Publicado

16.12.2022
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