Revista de Educação, Saúde e Ciências do Xingu
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<p>A Revista de Educação, Saúde e Ciências do Xingu - <strong>RESCX</strong> possui como missão publicar e divulgar a produção do conhecimento das áreas da educação, saúde, ciências humanas e tecnológicas, objetivando a excelência e prezando pelo respeito aos princípios éticos, resultando assim, em um espaço de acesso livre e gratuito para a socialização do conhecimento de acadêmicos, pesquisadores e professores de diversas áreas. A RESCX foi criada em maio de 2018, registrada sob o e-ISSN 2675-2956, publica artigos originais, de revisão e relatos de experiência. Desde janeiro de 2021, passou a adotar a publicação em fluxo contínuo.</p>EDUEPApt-BRRevista de Educação, Saúde e Ciências do Xingu2675-2956<p>Os autores mantêm os direitos autorais e concedem à RESCX o direito de primeira publicação. Os artigos são distribuídos sob a licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0).</p>(CO)ORDENAÇÃO DO PLANEJAMENTO PEDAGÓGICO:
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<p><span style="font-weight: 400;">E</span><span style="font-weight: 400;">ste artigo discute a integração entre técnicas pedagógicas contemporâneas — especialmente rotação por estações, metodologias ativas e rapport — e estratégias de análise de recursos humanos (RH) no contexto da gestão escolar. Argumenta-se que a coordenação pedagógica, ao assumir papel mediador e formativo, pode fortalecer o planejamento colaborativo por meio de atendimentos individualizados mensais, potencializando o desenvolvimento profissional docente. A rotação por estações é apresentada como referência organizativa que favorece o acompanhamento sistemático, a diversificação metodológica e a articulação curricular. O rapport, compreendido como competência socioemocional aplicada, é analisado como suporte para processos de escuta qualificada e fortalecimento de vínculos pedagógicos. Ao combinar elementos da gestão de pessoas e da formação continuada em serviço, a proposta evidencia ganhos na construção de ambientes escolares dialógicos, democráticos e responsivos às singularidades docentes. Conclui-se que essa integração favorece maior alinhamento entre práticas didáticas, necessidades institucionais e qualidade da aprendizagem.</span></p>LUISA LOPES
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2026-01-182026-01-181910.65573/rescx.v1n9.0012SUBSISTEMA DE SAÚDE INDÍGENA E SEUS IMPACTOS DURANTE A PANDEMIA DA COVID-19
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<p><strong>RESUMO</strong></p> <p>O presente artigo analisa a atuação do Subsistema de Atenção à Saúde Indígena no contexto da pandemia de Covid-19, considerando seu papel na garantia do direito à saúde dos povos indígenas no Brasil. O estudo teve como objetivo avaliar a oferta de serviços e ações de saúde desenvolvidas pelo subsistema durante a emergência sanitária. A pesquisa adota o método de revisão integrativa, guiada pelo PRISMA 2020, realizada em quatro bases de dados entre abril e junho de 2025, resultando na inclusão de quatro estudos. Os resultados indicam desafios como a precariedade do saneamento, sobrecarga das unidades de apoio e interrupção da longitudinalidade do cuidado, ao passo que destacam a importância das estratégias comunitárias e o papel central dos Agentes Indígenas de Saúde. Conclui-se que o SasiSUS demonstrou relevância estratégica no enfrentamento da pandemia, porém necessita superar limites estruturais e operacionais para assegurar um cuidado integral e intercultural efetivo.</p>Gabriela Pixuna DiasAlanne Ryllari da Silva dos SantosPaula Gabriela Costa da Conceição Barbosa Miguel Oliveira Entringe Thales Daniel Rodrigues de Lima
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2026-01-182026-01-181910.65573/rescx.v1n9.0013HIV/AIDS EM JOVENS DE UM MUNICÍPIO DA REGIÃO AMAZÔNICA-BRASIL ENTRE OS ANOS DE 2012 E 2022
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<p>O Vírus da Imunodeficiência Adquirida (HIV) no organismo anula os mecanismos de defesa naturais do corpo humano, permitindo a contaminação por outras doenças. A juventude é o grupo mais vulnerável à Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS). Apesar da redução na taxa de detecção de HIV em todas as regiões do país, a região Norte apresentou aumento de 20,1% de 2012 para 2022. O objetivo da pesquisa analisou a ocorrência de casos de HIV em jovens no município de Santarém, no Pará, entre os anos de 2012 a 2022. Foi realizado estudo epidemiológico e descritivo, com dados coletados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), do Departamento de Informações do Sistema Único de Saúde (DATASUS), usando as variáveis: idade, sexo e raça/cor. Os resultados obtidos mostraram que os acometidos por HIV em Santarém - Pará são jovens de 20 a 24 anos, de sexo masculino e pardos. O período temporal com maior ocorrência de casos foi os anos de 2017 e 2018, ambos com 45 casos (17,64%). A partir de 2019, houve uma queda notável, apresentando 22 casos (8,63%), e em 2022, o número atingiu seu valor mais baixo em uma década, com apenas 3 casos (1,18%). Conclui-se que os resultados reforçam a necessidade de fortalecer o acesso ao diagnóstico e à notificação, considerando as particularidades geográficas das regiões brasileiras, buscando o combate ao estigma e a redução da prevalência do HIV entre os jovens, estimulando o protagonismo sobre o seu corpo, seus direitos e sua forma de viver a sexualidade saudável.</p>THALITA MAIA DA DAFLÁVIA GARCEZ DA SILVAELAINE CRISTINY EVANGELISTA DOS REIS
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2026-01-182026-01-181910.65573/rescx.v1n9.0011