PRÁTICAS SUSTENTÁVEIS NA GESTÃO DE RESÍDUOS DE SAÚDE: UMA ANÁLISE DAS BARREIRAS E FRAGILIDADES 0 0

Autores

DOI:

https://doi.org/10.65573/rescx.v1n9.0038

Palavras-chave:

Biossegurança, Gestão de Resíduos, Saúde Ambiental, Vigilância Sanitária

Resumo

A evolução tecnológica nos serviços de saúde, embora amplie a eficácia terapêutica, impõe desafios crescentes na gestão de resíduos, gerando riscos severos à saúde pública e ao equilíbrio ambiental. Diante disso, este estudo objetiva identificar os principais desafios e falhas na gestão de resíduos de saúde, com foco nas barreiras que inviabilizam práticas sustentáveis e seguras. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura realizada em abril de 2026. A busca foi conduzida nas bases PubMed/MEDLINE e SciELO, utilizando os descritores "Waste products" e "Health service" combinados com o operador booleano AND. Após a aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, 11 artigos compuseram o corpus final. Saúde é comprometida pela falha na capacitação profissional e pela elevada carga de trabalho. A celeridade da rotina assistencial induz decisões imediatistas que priorizam a agilidade em detrimento do rigor técnico, resultando em desperdício de insumos e segregação inadequada. Observa-se, ainda, que os programas existentes carecem de estruturação metodológica e fiscalização eficiente, tratando o gerenciamento dos resíduos provenientes de serviços de saúde como conformidade burocrática e não como instrumento de biossegurança. Conclui-se que a efetivação do manejo adequado enfrenta obstáculos operacionais severos que demandam uma visão ampliada da gestão do cuidado. A superação desses desafios requer não apenas o cumprimento da RDC 222/2018, mas a integração entre investimentos em infraestrutura, educação permanente e aproximação com órgãos de vigilância, visando consolidar uma cultura de gerenciamento que garanta a segurança ocupacional e a preservação ambiental.

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Biografia do Autor

  • Márcio Silva da Conceição , Universidade do Estado do Pará (UEPA)

    A evolução tecnológica nos serviços de saúde, embora amplie a eficácia terapêutica, impõe desafios crescentes na gestão de resíduos, gerando riscos severos à saúde pública e ao equilíbrio ambiental. Diante disso, este estudo objetiva identificar os principais desafios e falhas na gestão de resíduos de saúde, com foco nas barreiras que inviabilizam práticas sustentáveis e seguras. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura realizada em abril de 2026. A busca foi conduzida nas bases PubMed/MEDLINE e SciELO, utilizando os descritores "Waste products" e "Health service" combinados com o operador booleano AND. Após a aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, 11 artigos compuseram o corpus final. Saúde é comprometida pela falha na capacitação profissional e pela elevada carga de trabalho. A celeridade da rotina assistencial induz decisões imediatistas que priorizam a agilidade em detrimento do rigor técnico, resultando em desperdício de insumos e segregação inadequada. Observa-se, ainda, que os programas existentes carecem de estruturação metodológica e fiscalização eficiente, tratando o gerenciamento dos resíduos provenientes de serviços de saúde como conformidade burocrática e não como instrumento de biossegurança. Conclui-se que a efetivação do manejo adequado enfrenta obstáculos operacionais severos que demandam uma visão ampliada da gestão do cuidado. A superação desses desafios requer não apenas o cumprimento da RDC 222/2018, mas a integração entre investimentos em infraestrutura, educação permanente e aproximação com órgãos de vigilância, visando consolidar uma cultura de gerenciamento que garanta a segurança ocupacional e a preservação ambiental.

  • Fabrício Fernandes da Silva Lima, Universidade do Estado do Pará

    A evolução tecnológica nos serviços de saúde, embora amplie a eficácia terapêutica, impõe desafios crescentes na gestão de resíduos, gerando riscos severos à saúde pública e ao equilíbrio ambiental. Diante disso, este estudo objetiva identificar os principais desafios e falhas na gestão de resíduos de saúde, com foco nas barreiras que inviabilizam práticas sustentáveis e seguras. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura realizada em abril de 2026. A busca foi conduzida nas bases PubMed/MEDLINE e SciELO, utilizando os descritores "Waste products" e "Health service" combinados com o operador booleano AND. Após a aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, 11 artigos compuseram o corpus final. Saúde é comprometida pela falha na capacitação profissional e pela elevada carga de trabalho. A celeridade da rotina assistencial induz decisões imediatistas que priorizam a agilidade em detrimento do rigor técnico, resultando em desperdício de insumos e segregação inadequada. Observa-se, ainda, que os programas existentes carecem de estruturação metodológica e fiscalização eficiente, tratando o gerenciamento dos resíduos provenientes de serviços de saúde como conformidade burocrática e não como instrumento de biossegurança. Conclui-se que a efetivação do manejo adequado enfrenta obstáculos operacionais severos que demandam uma visão ampliada da gestão do cuidado. A superação desses desafios requer não apenas o cumprimento da RDC 222/2018, mas a integração entre investimentos em infraestrutura, educação permanente e aproximação com órgãos de vigilância, visando consolidar uma cultura de gerenciamento que garanta a segurança ocupacional e a preservação ambiental.

  • Deuzileni Pereira Vieri, Universidade do Estado do Pará (UEPA)

    A evolução tecnológica nos serviços de saúde, embora amplie a eficácia terapêutica, impõe desafios crescentes na gestão de resíduos, gerando riscos severos à saúde pública e ao equilíbrio ambiental. Diante disso, este estudo objetiva identificar os principais desafios e falhas na gestão de resíduos de saúde, com foco nas barreiras que inviabilizam práticas sustentáveis e seguras. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura realizada em abril de 2026. A busca foi conduzida nas bases PubMed/MEDLINE e SciELO, utilizando os descritores "Waste products" e "Health service" combinados com o operador booleano AND. Após a aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, 11 artigos compuseram o corpus final. Saúde é comprometida pela falha na capacitação profissional e pela elevada carga de trabalho. A celeridade da rotina assistencial induz decisões imediatistas que priorizam a agilidade em detrimento do rigor técnico, resultando em desperdício de insumos e segregação inadequada. Observa-se, ainda, que os programas existentes carecem de estruturação metodológica e fiscalização eficiente, tratando o gerenciamento dos resíduos provenientes de serviços de saúde como conformidade burocrática e não como instrumento de biossegurança. Conclui-se que a efetivação do manejo adequado enfrenta obstáculos operacionais severos que demandam uma visão ampliada da gestão do cuidado. A superação desses desafios requer não apenas o cumprimento da RDC 222/2018, mas a integração entre investimentos em infraestrutura, educação permanente e aproximação com órgãos de vigilância, visando consolidar uma cultura de gerenciamento que garanta a segurança ocupacional e a preservação ambiental.

  • Emanoel Rodrigues Martins, Universidade do Estado do Pará (UEPA)

    A evolução tecnológica nos serviços de saúde, embora amplie a eficácia terapêutica, impõe desafios crescentes na gestão de resíduos, gerando riscos severos à saúde pública e ao equilíbrio ambiental. Diante disso, este estudo objetiva identificar os principais desafios e falhas na gestão de resíduos de saúde, com foco nas barreiras que inviabilizam práticas sustentáveis e seguras. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura realizada em abril de 2026. A busca foi conduzida nas bases PubMed/MEDLINE e SciELO, utilizando os descritores "Waste products" e "Health service" combinados com o operador booleano AND. Após a aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, 11 artigos compuseram o corpus final. Saúde é comprometida pela falha na capacitação profissional e pela elevada carga de trabalho. A celeridade da rotina assistencial induz decisões imediatistas que priorizam a agilidade em detrimento do rigor técnico, resultando em desperdício de insumos e segregação inadequada. Observa-se, ainda, que os programas existentes carecem de estruturação metodológica e fiscalização eficiente, tratando o gerenciamento dos resíduos provenientes de serviços de saúde como conformidade burocrática e não como instrumento de biossegurança. Conclui-se que a efetivação do manejo adequado enfrenta obstáculos operacionais severos que demandam uma visão ampliada da gestão do cuidado. A superação desses desafios requer não apenas o cumprimento da RDC 222/2018, mas a integração entre investimentos em infraestrutura, educação permanente e aproximação com órgãos de vigilância, visando consolidar uma cultura de gerenciamento que garanta a segurança ocupacional e a preservação ambiental.

  • Eliene Tavares Pereira , Universidade do Estado do Pará (UEPA)

    A evolução tecnológica nos serviços de saúde, embora amplie a eficácia terapêutica, impõe desafios crescentes na gestão de resíduos, gerando riscos severos à saúde pública e ao equilíbrio ambiental. Diante disso, este estudo objetiva identificar os principais desafios e falhas na gestão de resíduos de saúde, com foco nas barreiras que inviabilizam práticas sustentáveis e seguras. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura realizada em abril de 2026. A busca foi conduzida nas bases PubMed/MEDLINE e SciELO, utilizando os descritores "Waste products" e "Health service" combinados com o operador booleano AND. Após a aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, 11 artigos compuseram o corpus final. Saúde é comprometida pela falha na capacitação profissional e pela elevada carga de trabalho. A celeridade da rotina assistencial induz decisões imediatistas que priorizam a agilidade em detrimento do rigor técnico, resultando em desperdício de insumos e segregação inadequada. Observa-se, ainda, que os programas existentes carecem de estruturação metodológica e fiscalização eficiente, tratando o gerenciamento dos resíduos provenientes de serviços de saúde como conformidade burocrática e não como instrumento de biossegurança. Conclui-se que a efetivação do manejo adequado enfrenta obstáculos operacionais severos que demandam uma visão ampliada da gestão do cuidado. A superação desses desafios requer não apenas o cumprimento da RDC 222/2018, mas a integração entre investimentos em infraestrutura, educação permanente e aproximação com órgãos de vigilância, visando consolidar uma cultura de gerenciamento que garanta a segurança ocupacional e a preservação ambiental.

  • Nathália Almeida de Araújo, Universidade do Estado do Pará (UEPA)

    A evolução tecnológica nos serviços de saúde, embora amplie a eficácia terapêutica, impõe desafios crescentes na gestão de resíduos, gerando riscos severos à saúde pública e ao equilíbrio ambiental. Diante disso, este estudo objetiva identificar os principais desafios e falhas na gestão de resíduos de saúde, com foco nas barreiras que inviabilizam práticas sustentáveis e seguras. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura realizada em abril de 2026. A busca foi conduzida nas bases PubMed/MEDLINE e SciELO, utilizando os descritores "Waste products" e "Health service" combinados com o operador booleano AND. Após a aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, 11 artigos compuseram o corpus final. Saúde é comprometida pela falha na capacitação profissional e pela elevada carga de trabalho. A celeridade da rotina assistencial induz decisões imediatistas que priorizam a agilidade em detrimento do rigor técnico, resultando em desperdício de insumos e segregação inadequada. Observa-se, ainda, que os programas existentes carecem de estruturação metodológica e fiscalização eficiente, tratando o gerenciamento dos resíduos provenientes de serviços de saúde como conformidade burocrática e não como instrumento de biossegurança. Conclui-se que a efetivação do manejo adequado enfrenta obstáculos operacionais severos que demandam uma visão ampliada da gestão do cuidado. A superação desses desafios requer não apenas o cumprimento da RDC 222/2018, mas a integração entre investimentos em infraestrutura, educação permanente e aproximação com órgãos de vigilância, visando consolidar uma cultura de gerenciamento que garanta a segurança ocupacional e a preservação ambiental.

  • Andrews Martins da Silva, Universidade do Estado do Pará (UEPA)

    A evolução tecnológica nos serviços de saúde, embora amplie a eficácia terapêutica, impõe desafios crescentes na gestão de resíduos, gerando riscos severos à saúde pública e ao equilíbrio ambiental. Diante disso, este estudo objetiva identificar os principais desafios e falhas na gestão de resíduos de saúde, com foco nas barreiras que inviabilizam práticas sustentáveis e seguras. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura realizada em abril de 2026. A busca foi conduzida nas bases PubMed/MEDLINE e SciELO, utilizando os descritores "Waste products" e "Health service" combinados com o operador booleano AND. Após a aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, 11 artigos compuseram o corpus final. Saúde é comprometida pela falha na capacitação profissional e pela elevada carga de trabalho. A celeridade da rotina assistencial induz decisões imediatistas que priorizam a agilidade em detrimento do rigor técnico, resultando em desperdício de insumos e segregação inadequada. Observa-se, ainda, que os programas existentes carecem de estruturação metodológica e fiscalização eficiente, tratando o gerenciamento dos resíduos provenientes de serviços de saúde como conformidade burocrática e não como instrumento de biossegurança. Conclui-se que a efetivação do manejo adequado enfrenta obstáculos operacionais severos que demandam uma visão ampliada da gestão do cuidado. A superação desses desafios requer não apenas o cumprimento da RDC 222/2018, mas a integração entre investimentos em infraestrutura, educação permanente e aproximação com órgãos de vigilância, visando consolidar uma cultura de gerenciamento que garanta a segurança ocupacional e a preservação ambiental.

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Publicado

31.10.2026

Como Citar

PRÁTICAS SUSTENTÁVEIS NA GESTÃO DE RESÍDUOS DE SAÚDE: UMA ANÁLISE DAS BARREIRAS E FRAGILIDADES. (2026). Revista De Educação, Saúde E Ciências Do Xingu, 1(9). https://doi.org/10.65573/rescx.v1n9.0038