Poéticas da Memória

Autores

  • Afonso Medeiros saburo@uol.com.br

Resumo

Se considerarmos as características do discurso poético (arquetípico e, portanto, mais próximo do discurso filosófico) em contraste com o discurso histórico (que é contingente por calcar-se em fatos e personagens específicos) na teoria poética de Aristóteles e se considerarmos a poética como o modo de ser da Arte e a memória como o modo de ser da História, “poéticas da memória” seria uma contradição em termos aristotélicos, ou seja, uma tentativa (talvez fadada ao fracasso) de conciliar o contingente da história/memória com o arquetípico da arte/poética...

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Biografia do Autor

Afonso Medeiros

Professor Titular de Estética e História (ICA/UFPA). Bolsista Produtividade em Pesquisa do CNPq e coordenador do GP História, Arte e Saberes Estéticos (G. PHASE) do PPGArtes-UFPA/CNPq. Graduado em Educação Artística/Artes Plásticas (UFPA); especialista em Belas Artes/Arte-Educação (Teacher Training Program) pela Universidade de Shizuoka (Japão), com monografia sobre a arte e o design tradicional japonês; mestre em Ciências da Educação/Arte-Educação, também pela Universidade de Shizuoka, com dissertação sobre o ideograma como signo estético; e doutor em Comunicação e Semiótica/Intersemiose na Literatura e nas Artes pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, com estágio sanduíche de estudo/pesquisa na Japan Foundation Japanese-Language Institute (Kansai) e tese sobre a gravura japonesa dos séculos XVIII e XIX como crônica visual. Realizou Pós-Doutoramento junto ao Programa de Pós-Graduação em Dinâmicas Territoriais e Sociedade na Amazônia (PDTSA) da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (UNIFESSPA).

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Publicado

13/05/2026

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