Estética da Recepção e Literatura Amazônica: Uma formação repleta de memórias, culturas e afetos no CUMA

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Resumo

O texto narra a formação acadêmica do autor no CUMA/UEPA, articulando memória oral de Belém, literatura amazônica e mediação de leitura, e analisa a condição subalternizada da Literatura de Expressão Amazônica na escola. Destacam-se marcos institucionais e o papel do ENEM na marginalização dessa literatura no currículo. Com base na Estética da Recepção, defende-se a centralidade do leitor e da experiência estética. A partir de Jauss (1979, 1994), Iser (1996), Zilberman (2001, 2004) e Bakhtin (2011), a leitura literária é apresentada como prática ética e cognitiva, que amplia a autoconsciência e a compreensão do mundo. Sustenta-se que a literatura amazônica, trabalhada pela recepção, pode resistir às lógicas tecnicistas do ENEM e atuar na construção de identidades locais e na crítica social na educação básica.

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Biografia do Autor

Wellingson Valente dos Reis, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA)

Doutor em Comunicação, Linguagens e Cultura pela Universidade da Amazônia. Mestre em Comunicação, Linguagens e Cultura pela Universidade da Amazônia. Possui Especialização em Estudos Linguísticos e Análise Literária pela Universidade do Estado do Pará (2009), Graduação em Licenciatura em Letras - Língua Portuguesa pela Universidade do Estado do Pará (2007) e Graduação em Licenciatura em Letras - Língua Espanhola pela Universidade da Amazônia (2010). Atualmente, é professor EBTT do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA). Vice - líder do Grupo Interdisciplinar de Pesquisa em Arte, Cultura e Educação (GIPACE/IFPA), participa do Grupo de Pesquisa Mulheres Amazônidas e Latino-americanas na Literatura e nas Artes (MALALAS/UFPA).

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Publicado

13/05/2026

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